A área dos olhos é uma das mais delicadas do rosto — é onde primeiro aparecem os sinais do tempo e também onde a expressão humana mais se revela.
Cuidar dessa região exige técnica, sensibilidade e, sobretudo, respeito à anatomia e à individualidade de cada paciente.
Um estudo recente, publicado em 2025 por Bhojani-Lynch et al., trouxe dados importantes sobre o uso rotineiro de preenchedores à base de ácido hialurônico na região periorbital, avaliando sua eficácia e segurança em contexto clínico real.
O que o estudo revelou
O trabalho analisou centenas de procedimentos realizados em diferentes clínicas especializadas, reunindo uma ampla base de evidências do mundo real (real-world evidence).
Os resultados confirmaram que, quando aplicados com produtos adequados, técnica correta e profundo conhecimento anatômico, os preenchedores de ácido hialurônico oferecem melhora significativa na aparência de olheiras, sulcos e flacidez leve, com alto grau de satisfação e baixíssima taxa de complicações.
Entre os achados, destacam-se:
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Naturalidade dos resultados, preservando a expressão e o movimento da região;
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Melhora progressiva na textura e luminosidade da pele, graças à hidratação intrínseca do ácido hialurônico;
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Risco mínimo de eventos adversos quando respeitados os planos corretos de aplicação e a escolha do produto apropriado.
O olhar que fala com verdade
Esse estudo reforça uma mensagem essencial: harmonizar não é transformar — é devolver frescor e descanso ao olhar.
O preenchimento periorbital deve ser visto como arte aliada à ciência, exigindo precisão milimétrica e sensibilidade estética.
Mais do que técnica, o sucesso está no olhar do médico — aquele que enxerga o equilíbrio, não o excesso.
E quando a intenção é restaurar e não alterar, o resultado é sempre natural, leve e verdadeiro.
A região dos olhos fala antes das palavras, e cuidar dela é também cuidar da forma como o mundo nos enxerga.
Com carinho e amor,
Dr. Diogo Rabelo
Rua Pais Leme, 215 – Sala 2209 – Pinheiros, São Paulo – SP
